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Nossa primeira viagem com a Versys 650 Tourer: Rota 513, 450 km e um pôr do sol incrível!

Por Estrada a Dois
Nossa primeira viagem com a Versys 650 Tourer: Rota 513, 450 km e um pôr do sol incrível!

Depois de tantas viagens com a nossa antiga Yamaha R15, chegou a hora de começar uma nova fase na estrada! E nada melhor do que aproveitar um domingo bonito para fazer a primeira viagem oficial com a nossa Kawasaki Versys 650 Tourer. 🏍️

No dia 18 de outubro de 2026, saímos de Guarapuava, no Paraná, com destino a Ponta Grossa. O objetivo era simples, visitar a Rota 513, garantir mais um carimbo no nosso Passaporte Rota Biker, visitar meus pais e, claro, aproveitar a estrada com a nova moto.

O que era para ser um passeio relativamente simples acabou rendendo aproximadamente 450 km rodados, algumas histórias engraçadas, um reencontro em família e um pôr do sol daqueles que fazem a gente parar a moto só para admirar.

E olha... para uma primeira viagem com a Versys, não poderia ter sido melhor!

De Guarapuava até Ponta Grossa: começando uma nova fase

Saímos de casa por volta das 12h30, sem aquela pressa de precisar cumprir um roteiro cheio de paradas. Nossa ideia era aproveitar o domingo e começar a conhecer melhor o comportamento da Versys 650 na estrada.

Seguimos de Guarapuava pela BR-277 e depois pela BR-373, em direção a Ponta Grossa. Nosso destino era a Rota 513, localizada na Estrada Pery Pereira Costa.

Esse caminho já é bastante conhecido por nós, principalmente porque meus pais moram em Ponta Grossa e costumamos fazer esse trajeto algumas vezes.

Mas dessa vez tinha algo diferente.

Estávamos viajando com a nossa nova moto!

Quem acompanha o Estrada a Dois sabe que passamos bastante tempo viajando com a Yamaha R15. Foi com ela que conhecemos muitos lugares, encaramos longas distâncias e criamos boa parte das histórias que contamos por aqui.

Agora estamos começando uma nova etapa com a Kawasaki Versys 650 Tourer, uma moto com uma proposta completamente diferente.

E mesmo sendo um trajeto conhecido, a sensação era de estar descobrindo a estrada novamente.

Rota 513: voltamos para buscar o carimbo que faltava!

A Rota 513 tem uma história curiosa para nós.

Ela foi o primeiro monumento da Rota Biker que conhecemos, lá no começo dessa nossa história de visitar os monumentos espalhados pelas estradas.

Só tinha um detalhe...

Naquela época ainda não tínhamos o carimbo no passaporte! Kkkkk.

Desde então visitamos outros lugares, começamos a colecionar os registros e sempre ficava aquela pendência de voltar até Ponta Grossa para completar essa parte da nossa história.

Finalmente conseguimos!

Chegando à Rota 513, encontramos um movimento razoável de motociclistas. Havia várias motos estacionadas, de diferentes estilos, e aquele ambiente que quem gosta de motociclismo já conhece.

Uma coisa que chamou bastante nossa atenção foi como o lugar mudou desde a última vez que estivemos lá.

A estrutura está maior, mais organizada e com novidades no cardápio. Foi interessante perceber essa evolução, principalmente por ser um lugar que já conhecíamos há algum tempo.

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Onde carimbar o Passaporte Rota Biker na Rota 513?

Para quem está começando a colecionar os carimbos da Rota Biker, aqui vai uma informação importante.

Quando chegamos à Rota 513, a primeira coisa que encontramos é a área do restaurante e lanchonete.

Mas o carimbo do Passaporte Rota Biker é feito na loja que funciona em um contêiner, e não diretamente no restaurante.

Lá dentro encontramos vários artigos voltados ao universo do motociclismo, como camisetas, chaveiros, coletes e outros acessórios.

É no caixa dessa lojinha que o atendente realiza o carimbo.

Foi ali que finalmente conseguimos registrar nossa passagem pelo primeiro monumento que havíamos conhecido!

Agora sim, essa pendência estava resolvida. ✅

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A história do energético que eu jurava ser uma cerveja! 😂

Essa provavelmente foi a parte mais engraçada do passeio para mim.

Quem me conhece sabe que, além de gostar de motos e viagens, também trabalho com publicidade e marketing. Então é praticamente impossível visitar um lugar sem reparar nas embalagens, marcas, identidades visuais e estratégias de comunicação.

E foi justamente isso que aconteceu na Rota 513.

Eu acompanho as redes sociais da Rota Biker e da Rota 513 e já tinha visto algumas publicações sobre uma iniciativa chamada Rota Nacional, também ligada ao universo do mototurismo.

Em algumas dessas publicações, vi uma bebida com uma embalagem que chamou minha atenção.

Na mesma hora pensei:

"Na próxima vez que a gente passar por algum monumento, vou experimentar essa cerveja!"

Sim, eu tinha certeza absoluta de que era uma cerveja! Kkkkk.

A embalagem tem uma combinação de cores, elementos gráficos e um estilo visual que, na minha interpretação, remetem muito mais a uma cerveja do que a um energético.

E aqui entra meu olhar de publicitário.

Normalmente, as marcas de energéticos seguem alguns padrões visuais para comunicar o tipo de produto. A Rota Nacional resolveu seguir uma direção diferente, pelo menos na minha percepção.

Quando chegamos à Rota 513, vi as latas e comentei com a Paula que poderíamos comprar uma para levar e experimentar em casa.

Até que, de repente, bati o olho em um banner.

E lá estava escrito: ENERGÉTICO!

Pera aí... energético? 😂

Foi quando comecei a prestar atenção no texto da embalagem e percebi que tinha entendido tudo errado desde o começo.

Eu realmente não imaginava que aquela bebida fosse um energético.

Claro que isso não significa que a embalagem seja ruim. É uma proposta visual diferente, que chama atenção e combina com a identidade do universo motociclista.

Mas, na minha opinião profissional, a comunicação visual não deixa tão evidente a categoria do produto em um primeiro contato.

Enfim, fica aqui minha observação de quem trabalha com isso e acabou sendo enganado pela própria interpretação da embalagem! Kkkkk.

Compramos uma lata para levar e seguimos com o passeio.

Primeiras impressões da Kawasaki Versys 650 Tourer na estrada

Uma das coisas que mais queríamos descobrir nessa viagem era como a Versys se comportaria em um percurso um pouco maior.

Afinal, estávamos acostumados com a Yamaha R15, uma esportiva de baixa cilindrada, e agora estamos aprendendo a viajar com uma moto de outra categoria.

E a diferença é enorme!

Conforto e posição de pilotagem

A primeira coisa que chama atenção é o conforto.

A posição de pilotagem da Versys é muito mais ereta e relaxada quando comparada à R15. Isso faz bastante diferença, principalmente quando passamos várias horas na estrada.

Ainda estamos nos adaptando à ciclística, ao peso, à potência e à posição de pilotagem.

É uma moto maior e mais pesada, que exige um período de aprendizado para nos acostumarmos completamente.

Uma coisa que percebi é que, depois de bastante tempo pilotando, ainda sinto um pequeno desconforto na região lombar.

Mas nada comparado ao que sentia depois de longas viagens em uma esportiva.

No geral, a experiência foi muito confortável.

💡 Leia também nossas dicas de pilotagem:

Motor, ultrapassagens e velocidade de cruzeiro

Outro ponto que gostei bastante foi o comportamento do motor.

A Versys 650 responde muito bem nas ultrapassagens e consegue manter uma velocidade de cruzeiro com bastante tranquilidade.

Isso muda bastante a experiência de viagem.

Em vez de precisar trabalhar constantemente com o motor para manter o ritmo, conseguimos viajar de maneira mais confortável, aproveitando melhor o percurso.

Durante essa viagem, observamos um consumo médio de aproximadamente 20 km/l rodando a cerca de 120 km/h.

É uma média que consideramos interessante para a proposta da moto, mas ainda precisamos rodar mais para entender melhor como o consumo varia conforme a velocidade, o peso e as condições da estrada.

Inclusive, tivemos uma diferença interessante entre a ida e a volta.

Na ida, mantivemos um ritmo mais forte e chegamos à Rota 513 com a moto já na reserva.

Depois abastecemos em Ponta Grossa e, na volta, seguimos em um ritmo mais tranquilo. Chegamos a Guarapuava sem que a moto tivesse entrado novamente na reserva.

Isso mostrou como a forma de pilotar pode influenciar a autonomia durante a viagem.

E o conforto da Paula na garupa?

Para a Paula, a mudança também foi muito grande!

O banco e a posição da garupa na Versys são bem diferentes dos da R15, e ela percebeu uma melhora significativa no conforto.

Mas, assim como eu, ainda está passando por um período de adaptação.

Foram muitos quilômetros viajando na R15, então é natural que leve algum tempo para se acostumar com a posição e com o comportamento da nova moto.

Outra vantagem que já estamos aproveitando bastante são os baús da versão Tourer.

Antes, precisávamos pensar muito bem no que levar e em como organizar nossas coisas.

Agora temos mais espaço para transportar equipamentos, roupas e outros objetos, além da praticidade de conseguir guardar os capacetes quando paramos em algum lugar.

Para quem gosta de viajar de moto, isso faz muita diferença!

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Uma visita aos meus pais e mais uma moto na família!

Depois de aproveitar a Rota 513, seguimos para a casa dos meus pais, em Ponta Grossa.

Já fazia um tempo que queríamos passar por lá para matar a saudade e, dessa vez, também tínhamos uma novidade para mostrar, nossa nova conquista!

Eles ficaram felizes demais quando viram a Versys.

É muito bom poder compartilhar esses momentos com a família, principalmente quando se trata de algo que planejamos e conquistamos com tanto esforço.

E teve mais uma surpresa!

Meu pai também é motociclista e aproveitei a visita para conhecer a nova moto dele, uma SBM 400S.

Que moto bonita!

E o mais engraçado é que ela também tem alguns detalhes verdes, assim como a nossa Versys. Parece até que combinamos! Kkkkk.

Ficamos por lá aproximadamente duas horas, conversando, comendo e aproveitando a companhia.

Essas visitas acabam sendo uma parte muito especial das nossas viagens. Nem sempre o destino precisa ser um lugar turístico ou uma atração famosa.

Às vezes, o melhor da estrada é justamente poder encontrar pessoas importantes para nós.

Voltando pela PR-438: uma das partes mais bonitas do passeio

Depois de nos despedirmos dos meus pais, começamos o caminho de volta para Guarapuava.

Mas, em vez de seguir diretamente pelo trajeto mais comum, resolvemos voltar pela PR-438.

Essa é uma estrada que gostamos bastante de percorrer quando visitamos Ponta Grossa.

O caminho passa pela região de Guaraúna, Teixeira Soares e Fernandes Pinheiro, com paisagens rurais, pequenas comunidades e aquele movimento mais tranquilo que combina muito com um passeio de moto.

E naquele domingo o tempo estava especialmente bonito.

O céu estava limpo, a temperatura agradável para viajar e a luz do fim da tarde começava a transformar a paisagem.

Seguimos em um ritmo tranquilo, aproveitando a estrada e observando os lugares ao redor.

Como gostamos muito de fotografar nossas viagens, estamos sempre procurando algum cenário interessante para registrar a moto e os momentos que vivemos.

Até que encontramos um lugar perfeito!

O pôr do sol que fez a gente parar a moto 🌅

Durante o caminho pela PR-438, começamos a perceber que o sol estava ficando cada vez mais baixo no horizonte.

A luz estava linda, com aquele tom dourado iluminando a vegetação e criando um contraste muito bonito com o céu.

Fomos seguindo e observando possíveis lugares para parar.

Até que apareceu um espaço ao lado da estrada que parecia perfeito para algumas fotografias.

Encostamos a Versys, tiramos os capacetes e começamos a registrar aquele momento.

E olha... essas foram algumas das fotos mais bonitas que já fizemos com a nossa nova moto!

O sol estava praticamente desaparecendo atrás das árvores, criando uma iluminação incrível ao fundo.

Fizemos fotos da Versys sozinha e também aproveitamos para tirar algumas fotos nossas.

Foi uma daquelas paradas que não estavam planejadas, mas que acabam se tornando uma das melhores partes da viagem.

É justamente disso que gostamos quando viajamos de moto.

Poder encontrar lugares interessantes pelo caminho, parar quando alguma paisagem chama atenção e aproveitar momentos que muitas vezes passariam despercebidos.

Não precisamos de um destino famoso para viver uma experiência especial.

Às vezes, um simples pôr do sol em uma estrada do interior já vale a viagem inteira.

O retorno pela BR-277 e a Serra da Esperança

Depois de aproveitar o pôr do sol e fazer nossas fotografias, seguimos viagem até encontrar novamente a BR-277, já no caminho de casa.

De maneira geral, encontramos as estradas em boas condições e com pouco movimento durante boa parte do passeio.

A principal exceção foi a região da Serra da Esperança.

Quem costuma passar por ali sabe como o trânsito pode ficar complicado, e naquele dia não foi diferente.

Foi o trecho mais movimentado e cansativo do retorno.

Depois de passar pela serra, seguimos até Guarapuava, chegando em casa por volta das 20h.

No total, foram aproximadamente 450 km percorridos em uma tarde e começo de noite, contando as paradas na Rota 513, a visita aos meus pais e as fotografias pelo caminho.

Quanto gastamos nessa primeira viagem com a Versys 650?

Uma coisa que sempre gostamos de compartilhar no Estrada a Dois é quanto gastamos nas nossas viagens.

Afinal, essas informações ajudam bastante quem também está planejando pegar a estrada.

Nesse passeio, nossos gastos foram relativamente baixos.

Despesa Valor aproximado
Combustível R$ 180,00
Alimentação, refrigerante e energético na Rota 513 R$ 100,00
Pedágios R$ 0,00
Total R$ 280,00

Os valores são aproximados, pois não fizemos um controle detalhado de cada compra durante o passeio.

Abastecemos em Guarapuava antes de sair e novamente em Ponta Grossa para fazer o caminho de volta.

Também não tivemos gastos com pedágios, já que as motocicletas são isentas de cobrança nas praças de pedágio pelas quais passamos no Paraná.

Considerando que viajamos em duas pessoas, o custo ficou em torno de R$ 140 por pessoa.

Foi um passeio relativamente econômico, principalmente porque não tivemos despesas com hospedagem.

💡 Leia também nossas dicas de planejamento:

Vale a pena conhecer a Rota 513 em Ponta Grossa?

Se você gosta de motociclismo, está colecionando os carimbos da Rota Biker ou simplesmente quer conhecer um lugar diferente para visitar de moto, acreditamos que vale a pena incluir a Rota 513 no seu roteiro.

O espaço reúne motociclistas de diferentes estilos, tem estrutura para alimentação, uma loja com produtos relacionados ao motociclismo e o monumento que já se tornou uma referência para quem acompanha a Rota Biker.

Para nós, essa visita teve um significado especial, porque finalmente conseguimos o carimbo de um dos primeiros lugares que conhecemos nessa jornada.

E, para quem sai de Guarapuava, ainda é possível aproveitar a viagem para conhecer outros caminhos pela região de Ponta Grossa.

A PR-438, por exemplo, foi uma ótima escolha para o nosso retorno, especialmente pelas paisagens que encontramos no fim da tarde.

Só vale lembrar que as condições das estradas e do trânsito podem mudar, então é sempre importante conferir a situação do percurso antes de viajar.

Nossa primeira viagem com a Versys foi só o começo!

Chegamos em casa cansados, mas muito felizes com tudo que vivemos naquele domingo.

A viagem não teve um roteiro complicado, não envolveu hospedagem e nem precisou de vários dias para render boas histórias.

Foram aproximadamente 450 km, um carimbo que estava faltando, uma visita especial à família, uma confusão engraçada com uma lata de energético e um pôr do sol que vamos guardar na memória.

Para mim, Jeanderson, a descoberta de que aquela bebida não era uma cerveja foi uma das partes mais engraçadas do dia. Kkkkk.

Já para a Paula, o que mais marcou foi o conforto da nova moto e as paisagens que encontramos durante o caminho.

E acho que isso resume muito bem o que buscamos com o Estrada a Dois.

Viajar de moto não é apenas chegar a algum lugar. É aproveitar o caminho, descobrir coisas novas e colecionar histórias para contar.

Agora estamos começando uma nova fase com a nossa Kawasaki Versys 650 Tourer, ainda aprendendo sobre a moto e nos adaptando a essa nova maneira de viajar.

Mas uma coisa já podemos dizer: estamos muito animados com os próximos quilômetros!

Que venham novas estradas, novos monumentos da Rota Biker e muitas outras histórias para compartilhar por aqui. 🏍️💚

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